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Visita da Imagem Peregrina a Oliveira de Azeméis
Visita da Imagem Peregrina a Oliveira de Azeméis

Visita da Imagem Peregrina a Oliveira de Azeméis

Visita da Imagem Peregrina a Oliveira de Azeméis

Visita da Imagem Peregrina a Oliveira de Azeméis

Visita da Imagem Peregrina a Oliveira de Azeméis

Visita da Imagem Peregrina a Oliveira de Azeméis

2016-04-12

Visita da Imagem Peregrina e Nossa Senhora de Fátima a Oliveira de Azeméis:

 Estava anunciada a visita de Nossa Senhora. O dia e a hora chegaram e com eles chegou a Nossa Senhora.

Maria, a Mãe de Deus, a Mãe de Jesus, a Mãe de todos os homens.

 A Rainha do universo. Esteve na nossa cidade, onde era aguardada ansiosamente pelos seus filhos, com as emoções mais variadas, mas, sobretudo com a alegria de recebermos a Mãe em nossa casa!..

Foi saudada, venerada por todos. Desde os que aguardavam nas ruas a sua passagem, aos que se deslocaram ao Santuário, onde foi venerada como Nossa Senhora de La-Salette.

Desde a hora da sua chegada à da sua partida, uma multidão organizada revezou-se para acompanhar, louvar e rezar à mãe. Companheira de todos os momentos e de todas as horas. Foi emocionante ver a igreja unida.

O povo com os seus Párocos que, como bons pastores conduziu os seus rebanhos!

Também ninguém ficou indiferente à dedicação paternal do Reverendíssimo Senhor Bispo D. António Francisco, que, como nos foi revelado, vai acompanhar a Nossa Senhora na sua passagem por toda a nossa Diocese e nos deixou a sua bênção de Pastor e Pai na Fé.   
Catequese dia do Pai
Catequese dia do Pai

Catequese dia do Pai

Catequese dia do Pai

Catequese dia do Pai

Catequese dia do Pai

Catequese dia do Pai

2016-03-22

Catequese: Dia do Pai

 

PAI, que és tão NOSSO… No dia em que se comemorou o Dia do Pai, os catequistas do 2ºAno quiseram preparar uma catequese diferente para as suas crianças e familiares. Deste modo, na manhã do passado dia 19 de Março, crianças e pais encontraram-se em La Salette para uma catequese especial inteiramente dedicada a todos os pais.

A primeira parte desta catequese foi realizada no Santuário de N.ª S.ª de La Salette onde crianças e pais foram convidados a refletir sobre o verdadeiro significado da oração do “Pai Nosso”, oração que as crianças têm vindo a aprender ao longo deste ano catequético, assim como a importância de saber rezar esta oração com o coração, pois rezar não é mais do que falar com Jesus. Em seguida, de mãos dadas e como símbolo da união de sermos todos filhos do mesmo Pai, crianças, pais e catequistas rezaram a oração do “Pai Nosso”.

E porque para além do nosso Pai do Céu temos alguém muito especial aqui na terra, os nossos pais, para continuarem a espalhar o amor e os ensinamentos que Jesus nos deixou… todos os pais presentes foram convidados a meditar acerca da missão de serem pais a partir do exemplo de S. José, o homem que foi escolhido por Deus para ser pai de Jesus.

Também neste dia em que o amor e a ternura de cada gesto falaram mais alto, as crianças ofereçam aos seus pais uma velinha como símbolo da luz que são para os seus filhos. E foi com plano de fundo um imenso mar de ternura e de velinhas acesas que os catequistas dedicaram algumas palavras aos pais destas crianças…

E foi assim que ao som de cânticos bem conhecidos e apreciados pelas crianças, pais, filhos e catequistas caminharam em conjunto até à Estalagem de S. Miguel para continuar esta catequese tão especial… Lá, pais e filhos tiveram a oportunidade de assistir a uma pequena curta-metragem sobre a relação existente entre ambos: uma relação de crescimento, amor, carinho, admiração e respeito… que nos levou, posteriormente, a um momento de muita partilha e interação, no qual transpareceu a amizade e a união existente entre ambos, através da dinâmica do novelo de lã, onde não faltaram palavras carinhosas e sinceras, vindas do coração, proferidas quer por pais, quer por filhos num momento que se tornou muito tocante…

E porque ser pai é ser luz, farol, porto de abrigo… e porque ser pai também é estar presente na catequese dos seus filhos… queremos também, desta forma, agradecer a todos pais que estiveram presentes nesta catequese… o nosso muito obrigado! 

“Pais, peço-vos que sejam mediadores insubstituíveis da fé, da bondade e na proteção de Deus como S. José. Mensagem do Papa Francisco no Dia do Pai!”.

Catequistas do 2.º ano.: Catarina Dionísio
VIA SACRA em Catequese
VIA SACRA em Catequese

VIA SACRA em Catequese

VIA SACRA em Catequese

VIA SACRA em Catequese

2016-03-08

VIA SACRA - Catequese

No passado dia 5 de Março a catequese da nossa paróquia, uma vez mais, reuniu na igreja desta vez, para percorrer a caminhada espiritual da Via-sacra. Este Piedoso exercício que teve início pelo coração amoroso e desgostoso de uma mãe que vê o seu Filho ser “espezinhado” que, com as suas lágrimas regava o caminho do Calvário e, depois de morto numa cruz, depositaram em seus destroçados braços...os mesmos braços que se tinham elevado ao céu para aceitar ser Mãe do Filho de Deus.

Precisamos transmitir às nossas crianças e jovens os valores morais e os verdadeiros testemunhos. Só assim, perceberam a imensidão do Amor Misericordioso de Deus…que em silêncio nos “segreda” para continuar.

Foi positiva a recetividade que vimos e sentimos da parte das crianças e seus pais.

Para os formadores que, como eu, não acreditavam na recetividade desta celebração, devo dizer que uma vez mais – “Se Deus estiver convosco, quem irá poder estar contra nós?” (Rom., 8:31).                                                    

  Emília Morais

Retiro de Catequistas

2016-02-23

Retiro de Catequistas:

No fim-de-semana de 19 a 21 de fevereiro, seis catequistas da nossa paróquia participaram no retiro organizado pelo SDEC, e orientado pelo Padre Rui Santiago, intitulado “Procurar as entranhas de Deus nas entranhas da Escritura”.

Na 1ª parte do retiro estivemos a ler, e meditar, livros que nos mostram o quanto Deus é misericordioso. Foram eles: Livro de Neemias, 9, 5-37, onde temos uma belíssima oração, preparada pelos levitas, que resume toda a história do povo hebreu desde a conquista da Terra até ao exílio na Babilónia; Cântico dos Cânticos, o mais belo dos cânticos – livro com 4 personagens (o amado, a amada, os amigos do amado e os amigos da amada), e onde é revelado o amor e ternura de Deus pela humanidade; A 1ª Carta de S. João onde há uma continuação da linguagem do livro anterior, de um amor que se aproxima pelos sentidos, onde Jesus substitui todos os sacrifícios para perdão dos nossos pecados; e, por fim, o Livro de Jonas, uma estória maravilhosa que nos relata como Jonas, de passagem, inaugura Nínive, levando todos à conversão.

Na 2ªa parte estivemos a ver como podemos entrar na misericórdia de Deus e sermos misericordiosos como Pai saboreando e “ruminando” dois livros: a carta de São Tiago onde está escrito que a fé sem obra é morta, e onde se apela a sermos misericordiosos; O Livro do Eclesiástico, ou de Ben (filho) Sirá, foi escrito originalmente em hebraico por Jesus filho de Sirach (Jesus Bem Sirac)  e foi traduzido para o grego por um neto de Jesus, bisneto de de Sirach, em 123 a.C., no Egito, quando a maioria das pessoas já não sabia hebraico. A linguagem usada por este Jesus foi largamente ultrapassada pelo nosso Jesus, mas encontramos entre os capítulos 3 e 6 um conjunto de conselhos que devemos ter em conta para sermos misericordiosos, nomeadamente: não recuses ajudar os pobres, e não sejas insensível ao olhar dos necessitados; quem não tem conhecimento, não queira dar opinião; no falar não sejas arrogante; está sempre pronto para ouvires, tens tempo para responderes; aprende a estar atento, tornar-te-ás sábio…

Foi um fim-de-semana de um silêncio maravilhoso onde pudemos saborear a Beleza de um Deus que nos fala com o fruto das Suas entranhas e nos comunica a Sua própria intimidade...                                                                           P’ catequistas Xanda

Jornadas de Verão - Formação de Catequistas
Jornadas de Verão - Formação de Catequistas

Jornadas de Verão - Formação de Catequistas

Jornadas de Verão - Formação de Catequistas

Jornadas de Verão - Formação de Catequistas

Jornadas de Verão - Formação de Catequistas

2015-07-23

Jornadas de Verão 2015

Quanto mais encontro o meu Senhor mais O procuro”. (Irmã Maria Amelia)

Grande encontro de cerca de 375 catequistas e outros educadores de várias dioceses, participaram em cursos, Workshops e diversas dinâmicas criativas. Adquiriram assim novas experiências que poderão ser colocadas em prática, não só na catequese como também no nosso dia-a-dia.

Ofereceu-se um novo olhar, novas atitudes e novas práticas catequéticas a partir de vários temas, tais como:

- Catequese familiar: conhecer e organizar para implementar.

- Criar um projeto Intergeracional: ir ao encontro das famílias distanciadas da comunidade cristã;

- Dinâmicas a partir da música: educar para a escuta, concentração, contemplação, beleza … encontro;

- Educar para o Silêncio e a oração a partir das danças contemplativas.

- Planificar um encontro de catequese;

- Dinâmicas com adolescentes; realizar retiros, caminhadas, projetos e experiências.

Nos intervalos tivemos os “Encontros Criativos” que levaram á criação de uma rede de partilha de experiências e materiais.

Os catequistas que animaram estes encontros descobriram o quanto é importante partilhar boas experiências para motivar, contagiar e desenvolver a criatividade.

Foram partilhados materiais, esquemas de catequese, fotografias dos encontros mais significativos, (leitura Orante, o dia do pai, dia da mãe, ceia de Natal, dia do amigo, via sacra, entre outros).

Na homilia da Eucaristia presidida por Dom António Francisco, o mesmo salientou que a «Catequese não pode limitar-se a uma formação meramente doutrinal. Esta precisa de ser uma verdadeira escola de formação integral. É por isso que a formação permanente vem advertir e convocar para a abertura de espírito e para a capacidade de alargar horizontes na formação, no sentido de dar resposta às exigências das crianças, dos adolescentes, dos adultos e das famílias

Dom António concluiu dizendo, “obrigado catequistas pela vossa disponibilidade de tempo que significa generosidade de vida. Obrigado pela vossa entrega e pela vossa capacidade de perceber que sois mediadores do amor de Deus junto das crianças da nossa catequese e construtores de comunidades renovadas, em que o anúncio do Evangelho e a sua alegria chega ao coração dos mais pequeninos e das suas família, ou dos mais idosos, através da vossa presença.”

“A Alegria do Evangelho  é a nossa missão” Papa Francisco

Pelas catequistas Rosa, Elizabeth e Sara 

Evangelho de Campo
Evangelho de Campo

Evangelho de Campo

Evangelho de Campo

Evangelho de Campo

Evangelho de Campo

Evangelho de Campo

2015-06-29

O EVANGELHO DE CAMPO - é uma experiência diferente de encontro… Permite-nos perceber melhor a linguagem do Evangelho. É uma vivência da Fé ao jeito de Jesus Cristo.»

Este ano foi no dia 28/6, em Vila Boa de Quires, Marco de Canavezes, na Rota do Românico.

No início da manhã começámos, no meio das vinhas, com uma reflexão sobre o significado do vinho no Antigo Testamento. Quem criou o vinho? Deus? Não. O Homem, Noé. Deus só cria coisas BOAS.

O Antigo Testamento, des­creve os maus efeitos do vinho embriagante na história de Noé (Gn 9.20-27). Ele plantou uma vinha, fez a vindima, fez vinho embriagante de uva e bebeu. Isso o levou à embriaguez, à imodéstia, à indiscrição e à tragédia família. Ele despe-se. Um ancião não podia ser visto nu, mas o seu filho Cam vê-o. Assim, surge uma forma de maldição imposta sobre Canaã.

E no Novo Testamento? O Vinho deixa de ter uma conotação negativa. É sinal de FESTA.

À MESA, a todas as Mesas, o Vinho é o sinal da Alegria, da VIDA IRMANADA.

Que frente a um cálice de bom vinho, as diferenças se esbatam – e já não haja pobres nem ricos, escravos e senhores, homens ou mulheres.Porque o VINHO traz gravada em cada gota, desde a Origem, a Vontade declarada de um Deus feito Homem:

- Quando se sentarem à Mesa, lembrem-se de MIM! Vivei ASSIM. Em minha MEMÓRIA! Caminhai atrás de mim na construção de Outro Mundo neste mundo.

Ao almoço, depois da leitura do poema “Embriaga-te”, brindámos com vinho verde da região.

Poema “Embriaga-te” do século XXXIII

Devemos andar sempre bêbedos. Tudo se resume nisto: é a única solução. Para não sentires o tremendo fardo do Tempo que te despedaça os ombros e te verga para a terra, deves embriagar-te sem cessar.

Mas com quê? Com vinho, com poesia ou com ESPERANÇA, a teu gosto. Mas embriaga-te.
E se alguma vez, nos degraus de um palácio, sobre as verdes ervas duma vala, na solidão morna do teu quarto, tu acordares com a embriaguez já atenuada ou desaparecida, pergunta ao vento, à onda, à estrela, à ave, ao relógio, a tudo o que se passou, a tudo o que gemeu, a tudo o que gira, a tudo o que canta, a tudo o que fala, pergunta-lhes que horas são: " São horas de te embriagares! Para não seres como os escravos martirizados do Tempo, embriaga-te, embriaga-te sem cessar! Com vinho, com poesia, ou com ESPERANÇA, a teu gosto."

Charles Baudelaire, O Spleen de Paris (Pequenos poemas em prosa), Relógio d`Água, p.105 

À tarde, fomos novamente para a vinha aprofundar a metáfora da “Videira, a Verdadeira” que é Jesus, querida e cuidada pelo Pai e da qual fazemos parte por graça e enxerto. Falámos especialmente da luminosidade com que abrimos os olhos às “feridas que nos salvam”, por causa da arte de fazer o enxerto: é na ferida aberta à cepa que o ramo é enxertado, com todo o cuidado, para receber do sangue que lhe corre desde a raiz. É a ferida que nos abre à seiva, como o “lado aberto” se torna criador. E as metáforas são de explicar ou só de ver mesmo? Jesus é a Videira, a Cepa, a Verdadeira, de onde são dadas raízes à vinha…

O Pai é o agricultor, o cuidador, com mãos de “mãe que entrança o cabelo à filha”, limpando hastes e podando ramos… O Espírito de Deus, então, só pode ser a Seiva, o Sangue Vivo e Vivificante que corre em Jesus e escorre de Jesus, Corpo aberto…

E nós os ramos, enxertados, participando de tudo isto: da Vitalidade de Jesus, do Amor do Pai, da Força do Espírito… Nesta metáfora, Jesus deixa a parte do “então é que sereis meus discípulos” lá para o fim, só depois dos frutos que, ainda por cima, não são para nossa “glória”, mas mostram a “glória do Pai”. Claro. O bom vinho fala bem da mão que o tratou. A boa vinha bem diz quem a cuidou.

Deixando as vinhas, debaixo de um sol escaldante, pelo caminho fomos lendo as “Bodas de Caná”.

Já mais frescos, debaixo de uma árvore frondosa, o Padre Rui contou-nos que, num fim-de-semana de retiro, na sexta-feira, ao preparar o oratório, colocou um cálice, talhado em madeira por um amigo, e um prato em madeira em cima da mesa. No cálice colocou vinho bom, forte.

No sábado, quando foi ao oratório partilhar um pouco do que tínhamos andado a meditar, o cheiro a vinho pressentia-se... a toalha toda tingida, o vinho a gotejar para o chão... O que aconteceu? Vinho novo em cálice velho, foi isso. O vinho estalou a madeira do cálice, abriu-lhe uma rachadela de cima a baixo! O que fazer agora? Limpar? Claro que não... Uma página do Evangelho estava ali diante dos nossos olhos, a força do Vinho Novo, aquele das Bodas da Vida Nova,  que abre brechas no casco endurecido do Homem Velho: para Vinho Novo, Odres Novos!

Meditando nas Bodas em Cana - O Noivo estava ali, como Convidado quase desconhecido, por enquanto… Foi numas Bodas, em Caná, passado que era o tempo do jejum e da penitência anunciado por João, o Baptizador do Jordão. Era chegado o Tempo das Núpcias, a Hora da Aliança, do estender da Mesa Posta e do Pão partido por uma cadeia de mãos capaz de dar a volta à terra entre um e o outro sol no horizonte. As talhas da água estavam vazias. Acabou-se o Tempo da Água! Agora é Hora de Vinho, Vinho Novo, Forte, Vivo e capaz de vencer a modorra dos dias que se cola às vezes ao coração dos Homens. E o Noivo começa a aparecer… aquele que tinha tudo tratado, aquele que dá o Vinho de umas Bodas Novas… o noivo da Anterior Boda serviu um vinho fraco e parco… e as talhas ali, como um convite, uma Esperança, barriga vazia de futuro dentro de uma firmeza que fazia lembrar a lealdade de Iahvéh e a permanência da palavra dos Profetas… O Noivo da Nova Boda, o Anfitrião da Nova Aliança trata do vinho abundante, espumoso e cheio de Graça. Não comprado, não colhido nem pisado; dado.

As Bodas de Caná são símbolo da Aliança Renovada que Deus quer fazer com o Seu Povo, símbolo que já conhecemos dos Profetas antigos. Os convidados desta Boda são todos os membros do Povo de Deus! Israel inteira está reunido na festa de uma Aliança, festa que, entretanto, foi esmorecendo e empobrecendo até se esvaziar… É isso que significam as talhas de pedra, grandes, muitas, mas vazias! Essas talhas de pedra, cheias de água, serviam para fazer as purificações rituais da lei e significam, por isso, o judaísmo.

O número 6 significa que o judaísmo tinha a missão de caminhar e construir-se em direcção a uma plenitude que o transcendia a si próprio. 7, na bíblia, significa plenitude. Por isso na bíblia a Ser Humano é simbolicamente criado no dia 6, para se entender a si próprio como caminho de construção pessoal em direcção ao 7, o dia do “descanso de Deus”, símbolo da Plenitude da Vida.

Na festa sem vinho e de talhas vazias, o evangelista João simboliza a Antiga Aliança de Israel.

O Vinho Novo simboliza o Espírito Santo que se difunde como Vida Nova e Alegria da Aliança Renovada na Ressurreição de Jesus que, já o vimos, é o centro simbólico do relato. A “Hora” de Jesus foi a Hora da Paixão, da Glorificação [=Ressurreição] e do Dom do Espírito Santo. Antes desta Hora, aparece-nos a figura da “Mãe de Jesus”. Naturalmente nos sentimos inclinados a chamar-lhe “Maria” mas no evangelho de João a “Mãe de Jesus”, que aparece apenas duas vezes [aqui e junto à cruz] representa ainda mais.

O Rosto de Maria também se revela na verdade da sua importância histórica para o acontecimento da Salvação, na medida em que ela é a que está “antes da Hora” messiânica, preparando o Coração do Messias com o seu cuidado maternal. O lugar de Maria na linguagem da Fé cristã é desta ordem histórica, quotidiana e maternal. Mas a “Mãe de Jesus”, no evangelho de João, representa acima de tudo o Resto Fiel do Povo de Deus. É esse Resto Fiel que está “antes da Hora” messiânica conduzindo a História até à possibilidade de se realizar plenamente a Fidelidade de Deus às Suas promessas! A “Mãe de Jesus” experimenta a escassez do Vinho nas Bodas de Caná e a secura das talhas… Já percebemos esta linguagem: o Resto Fiel sente na carne o vazio em que caiu o judaísmo do seu Povo, tão legalista e ritualista.

Por isso dirige-se a Jesus, o Preparado e Esperado, para lhe pedir a plenitude do que Deus tinha prometido e ainda faltava realizar-se. A “Mãe de Jesus” pede-o a Jesus, não aos chefes da Boda, que significam os líderes religiosos de Israel. Eles já tinham provado que não sabiam conduzir as Bodas a bom termo porque eram os primeiros responsáveis pelo “fiasco” em que aquela festa se tornara…

A missão da “Mãe de Jesus”, o Resto Fiel, “antes da Hora” messiânica, é dupla: em relação a Jesus e em relação a Israel. A Jesus diz, na provocação “não têm vinho”: o realizador da Hora prometida por Deus és tu! A Israel diz, no “fazei tudo o que ele vos disser”: o realizador da Hora prometida por Deus é Jesus!

Compreendemos bem esta missão do Resto Fiel se olharmos para João Baptista que, ao mesmo tempo, revela a Jesus a sua missão e revela ao Povo que é ele o Messias que Israel esperava.

A transformação da água em Vinho dentro das talhas significa a transfiguração da Aliança de Deus que ultrapassa e se liberta dos ritualismos, formalismos e legalismos judaicos para novamente ser saboreada como fonte renovada de Alegria e Exultação. A quantidade extraordinária de Vinho diz-nos simbolicamente a superabundância do dom de Deus que o Espírito realiza. O “Vinho Bom” estava guardado até Jesus, porque o Vinho Bom era o dom do Espírito que inaugura uma Nova Aliança.

O evangelista termina a catequese dizendo-nos que “este foi o primeiro Sinal que Jesus realizou”. Mas, se este Sinal significa a sua Ressurreição e o Dom do Espírito Santo a Plenitude da Vida, que Sinais poderá realizar mais?! Sabes quantos Sinais realiza no evangelho de João? Não leias já a resposta que vem a seguir. Pensa: se são Sinais da Plenitude de Deus que Se revela e realiza em Jesus, quantos serão? [se a tua resposta é 7, Parabéns, porque já estás a entrar na “lógica da bíblia”!] Todos os Sinais no evangelho são sempre modos diferentes de anunciar a mesma Hora de Jesus, a Hora da Plenitude e do Dom!

A Vida construída e permanentemente renovada nesta Sabedoria e liberdade de Coração é o Rosto mais convincente da “tal” Nova Aliança que dizemos Crer e Querer e do “tal” Espírito do qual falamos como Vinho Novo da Alegria e do Convívio Universal!

Formação de Catequistas
Formação de Catequistas

Formação de Catequistas

Formação de Catequistas

2015-01-16

No passado dia 16 de Janeiro, alguns dos catequistas da nossa paróquia, participaram na 2ª 

formação Vicarial “interativa” desta feita, na paróquia de Macinhata da Seixa, que muito 

carinhosamente nos acolheu e se difundiu nesta experiência.

Esta formação teve como orientadoras duas catequistas de Pinheiro da Bemposta, Elisabete e 

Isabel, que com extraordinária humildade e simplicidade se dispuseram a partilhar o tema: 

‘Como se chega à transcendência’. Vários caminhos foram apontados e concluímos com um 

pensamento de (Albert Einstein) “Os ideais que iluminam meu caminho e que sempre me 

deram uma nova coragem para encarar a vida, foram: a Bondade, a Beleza e a Verdade.”

Foram vividos momentos de Partilha de conhecimentos, dinâmica com dança contemplativa, 

oração espontânea e acabamos com um momento de alegre convívio. 

A esta equipa de trabalho da nossa Vigararia, os nossos agradecimentos por esta iniciativa.

                                                                                                                        P’ catequistas Emília Morais
REUNIÃO DE PAIS DO 6.º ANO
REUNIÃO DE PAIS DO 6.º ANO<br />

REUNIÃO DE PAIS DO 6.º ANO<br />

REUNIÃO DE PAIS DO 6.º ANO<br />

REUNIÃO DE PAIS DO 6.º ANO<br />

REUNIÃO DE PAIS DO 6.º ANO<br />

2014-11-29

 

REUNIÃO DE PAIS DO 6.º ANO

Era uma vez... dois amigos que se encontraram num elevador. 

Na viagem do rés-do-chão ao 4º andar um deles questionou o outro. “Em que(m) é que tu crês?”

Foi com esta pergunta que o Padre Ricardo iniciou a reunião onde estiveram presentes mais de 70 pais.

“Eu creio em Deus Pai, em Jesus e no Espírito Santo”. Este é o nosso Credo, é a nossa PROFISSÃO DE FÉ.  

Tal como dois amigos necessitam de alimentar a sua amizade com pequenas rotinas como um encontro para tomar café, também nós precisamos de alimentar a nossa Fé. Para isso temos que nos encontrar com Deus na ORAÇÃO (individual e na Eucaristia), fazendo o BEM e no ANÚNCIO.

Neste ano em que as crianças vão fazer a sua PROFISSÃO DE FÉ, os pais terão um papel muito importante no seu crescimento na Fé, principalmente no encontro com Jesus e com os amigos na Eucaristia, onde todos nos encontramos em Comum União (comunhão).

No final o feedback dos pais foi bastante positivo pois, todos juntos, conseguimos falar de maneira familiar do que nos é Família.

Concluímos que não há o “Eu cá tenho a minha fé”, mas sim a Fé da Igreja, e que sempre conseguimos arranjar uma linguagem simples para contar o que Amamos.

                                                                              Pelos Catequistas do 6.º ano – Alexandra Esteves

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