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Agenda

Dia 26 - Festa da Entrega da Bíblia do 4.º Ano: 10,30h.



Dia 26 - Distribuição dos Talões e circulares das Oblatas.



Dia 26 - Ofertório para o Apostolado dos Leigos.



Dia 26 - Solenidade de Cristo-Rei 



Dia 25 - Ensaio na igreja do 4.º Ano: 10,30h

Dia 22 - Início do 256.º Cursilho de Senh

Dia 21 - Apresentação de Nossa Senhora<

Dia 19 - Adoração (Conf.ª do Santíssimo): 17,45h



Dia 19 - Ofertório para os Seminários Diocesanos.

Dia 19 - Dia Mundial dos Pobres.

Dia 17 - Reunião de Pais do 4.º Ano: 21,30h

Dia 13 - Terço: 18,30h.

Dia 12 - Início da Semana dos Seminários

Dia 11 - Reconciliação (Confissões) do 9.º Ano: 16,30h.



Dia 9 - Festa da Dedicação da Basílica de Latrão

Dia 8 – Reunião dos Delegados da Catequese: 21h

Dia 8 – Visita do Pároco aos Lares

Dia 6 - Catequese de Adultos: 21h

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Evangelho de Campo
Evangelho de Campo

Evangelho de Campo

Evangelho de Campo

Evangelho de Campo

Evangelho de Campo

Evangelho de Campo

2015-06-29

O EVANGELHO DE CAMPO - é uma experiência diferente de encontro… Permite-nos perceber melhor a linguagem do Evangelho. É uma vivência da Fé ao jeito de Jesus Cristo.»

Este ano foi no dia 28/6, em Vila Boa de Quires, Marco de Canavezes, na Rota do Românico.

No início da manhã começámos, no meio das vinhas, com uma reflexão sobre o significado do vinho no Antigo Testamento. Quem criou o vinho? Deus? Não. O Homem, Noé. Deus só cria coisas BOAS.

O Antigo Testamento, des­creve os maus efeitos do vinho embriagante na história de Noé (Gn 9.20-27). Ele plantou uma vinha, fez a vindima, fez vinho embriagante de uva e bebeu. Isso o levou à embriaguez, à imodéstia, à indiscrição e à tragédia família. Ele despe-se. Um ancião não podia ser visto nu, mas o seu filho Cam vê-o. Assim, surge uma forma de maldição imposta sobre Canaã.

E no Novo Testamento? O Vinho deixa de ter uma conotação negativa. É sinal de FESTA.

À MESA, a todas as Mesas, o Vinho é o sinal da Alegria, da VIDA IRMANADA.

Que frente a um cálice de bom vinho, as diferenças se esbatam – e já não haja pobres nem ricos, escravos e senhores, homens ou mulheres.Porque o VINHO traz gravada em cada gota, desde a Origem, a Vontade declarada de um Deus feito Homem:

- Quando se sentarem à Mesa, lembrem-se de MIM! Vivei ASSIM. Em minha MEMÓRIA! Caminhai atrás de mim na construção de Outro Mundo neste mundo.

Ao almoço, depois da leitura do poema “Embriaga-te”, brindámos com vinho verde da região.

Poema “Embriaga-te” do século XXXIII

Devemos andar sempre bêbedos. Tudo se resume nisto: é a única solução. Para não sentires o tremendo fardo do Tempo que te despedaça os ombros e te verga para a terra, deves embriagar-te sem cessar.

Mas com quê? Com vinho, com poesia ou com ESPERANÇA, a teu gosto. Mas embriaga-te.
E se alguma vez, nos degraus de um palácio, sobre as verdes ervas duma vala, na solidão morna do teu quarto, tu acordares com a embriaguez já atenuada ou desaparecida, pergunta ao vento, à onda, à estrela, à ave, ao relógio, a tudo o que se passou, a tudo o que gemeu, a tudo o que gira, a tudo o que canta, a tudo o que fala, pergunta-lhes que horas são: " São horas de te embriagares! Para não seres como os escravos martirizados do Tempo, embriaga-te, embriaga-te sem cessar! Com vinho, com poesia, ou com ESPERANÇA, a teu gosto."

Charles Baudelaire, O Spleen de Paris (Pequenos poemas em prosa), Relógio d`Água, p.105 

À tarde, fomos novamente para a vinha aprofundar a metáfora da “Videira, a Verdadeira” que é Jesus, querida e cuidada pelo Pai e da qual fazemos parte por graça e enxerto. Falámos especialmente da luminosidade com que abrimos os olhos às “feridas que nos salvam”, por causa da arte de fazer o enxerto: é na ferida aberta à cepa que o ramo é enxertado, com todo o cuidado, para receber do sangue que lhe corre desde a raiz. É a ferida que nos abre à seiva, como o “lado aberto” se torna criador. E as metáforas são de explicar ou só de ver mesmo? Jesus é a Videira, a Cepa, a Verdadeira, de onde são dadas raízes à vinha…

O Pai é o agricultor, o cuidador, com mãos de “mãe que entrança o cabelo à filha”, limpando hastes e podando ramos… O Espírito de Deus, então, só pode ser a Seiva, o Sangue Vivo e Vivificante que corre em Jesus e escorre de Jesus, Corpo aberto…

E nós os ramos, enxertados, participando de tudo isto: da Vitalidade de Jesus, do Amor do Pai, da Força do Espírito… Nesta metáfora, Jesus deixa a parte do “então é que sereis meus discípulos” lá para o fim, só depois dos frutos que, ainda por cima, não são para nossa “glória”, mas mostram a “glória do Pai”. Claro. O bom vinho fala bem da mão que o tratou. A boa vinha bem diz quem a cuidou.

Deixando as vinhas, debaixo de um sol escaldante, pelo caminho fomos lendo as “Bodas de Caná”.

Já mais frescos, debaixo de uma árvore frondosa, o Padre Rui contou-nos que, num fim-de-semana de retiro, na sexta-feira, ao preparar o oratório, colocou um cálice, talhado em madeira por um amigo, e um prato em madeira em cima da mesa. No cálice colocou vinho bom, forte.

No sábado, quando foi ao oratório partilhar um pouco do que tínhamos andado a meditar, o cheiro a vinho pressentia-se... a toalha toda tingida, o vinho a gotejar para o chão... O que aconteceu? Vinho novo em cálice velho, foi isso. O vinho estalou a madeira do cálice, abriu-lhe uma rachadela de cima a baixo! O que fazer agora? Limpar? Claro que não... Uma página do Evangelho estava ali diante dos nossos olhos, a força do Vinho Novo, aquele das Bodas da Vida Nova,  que abre brechas no casco endurecido do Homem Velho: para Vinho Novo, Odres Novos!

Meditando nas Bodas em Cana - O Noivo estava ali, como Convidado quase desconhecido, por enquanto… Foi numas Bodas, em Caná, passado que era o tempo do jejum e da penitência anunciado por João, o Baptizador do Jordão. Era chegado o Tempo das Núpcias, a Hora da Aliança, do estender da Mesa Posta e do Pão partido por uma cadeia de mãos capaz de dar a volta à terra entre um e o outro sol no horizonte. As talhas da água estavam vazias. Acabou-se o Tempo da Água! Agora é Hora de Vinho, Vinho Novo, Forte, Vivo e capaz de vencer a modorra dos dias que se cola às vezes ao coração dos Homens. E o Noivo começa a aparecer… aquele que tinha tudo tratado, aquele que dá o Vinho de umas Bodas Novas… o noivo da Anterior Boda serviu um vinho fraco e parco… e as talhas ali, como um convite, uma Esperança, barriga vazia de futuro dentro de uma firmeza que fazia lembrar a lealdade de Iahvéh e a permanência da palavra dos Profetas… O Noivo da Nova Boda, o Anfitrião da Nova Aliança trata do vinho abundante, espumoso e cheio de Graça. Não comprado, não colhido nem pisado; dado.

As Bodas de Caná são símbolo da Aliança Renovada que Deus quer fazer com o Seu Povo, símbolo que já conhecemos dos Profetas antigos. Os convidados desta Boda são todos os membros do Povo de Deus! Israel inteira está reunido na festa de uma Aliança, festa que, entretanto, foi esmorecendo e empobrecendo até se esvaziar… É isso que significam as talhas de pedra, grandes, muitas, mas vazias! Essas talhas de pedra, cheias de água, serviam para fazer as purificações rituais da lei e significam, por isso, o judaísmo.

O número 6 significa que o judaísmo tinha a missão de caminhar e construir-se em direcção a uma plenitude que o transcendia a si próprio. 7, na bíblia, significa plenitude. Por isso na bíblia a Ser Humano é simbolicamente criado no dia 6, para se entender a si próprio como caminho de construção pessoal em direcção ao 7, o dia do “descanso de Deus”, símbolo da Plenitude da Vida.

Na festa sem vinho e de talhas vazias, o evangelista João simboliza a Antiga Aliança de Israel.

O Vinho Novo simboliza o Espírito Santo que se difunde como Vida Nova e Alegria da Aliança Renovada na Ressurreição de Jesus que, já o vimos, é o centro simbólico do relato. A “Hora” de Jesus foi a Hora da Paixão, da Glorificação [=Ressurreição] e do Dom do Espírito Santo. Antes desta Hora, aparece-nos a figura da “Mãe de Jesus”. Naturalmente nos sentimos inclinados a chamar-lhe “Maria” mas no evangelho de João a “Mãe de Jesus”, que aparece apenas duas vezes [aqui e junto à cruz] representa ainda mais.

O Rosto de Maria também se revela na verdade da sua importância histórica para o acontecimento da Salvação, na medida em que ela é a que está “antes da Hora” messiânica, preparando o Coração do Messias com o seu cuidado maternal. O lugar de Maria na linguagem da Fé cristã é desta ordem histórica, quotidiana e maternal. Mas a “Mãe de Jesus”, no evangelho de João, representa acima de tudo o Resto Fiel do Povo de Deus. É esse Resto Fiel que está “antes da Hora” messiânica conduzindo a História até à possibilidade de se realizar plenamente a Fidelidade de Deus às Suas promessas! A “Mãe de Jesus” experimenta a escassez do Vinho nas Bodas de Caná e a secura das talhas… Já percebemos esta linguagem: o Resto Fiel sente na carne o vazio em que caiu o judaísmo do seu Povo, tão legalista e ritualista.

Por isso dirige-se a Jesus, o Preparado e Esperado, para lhe pedir a plenitude do que Deus tinha prometido e ainda faltava realizar-se. A “Mãe de Jesus” pede-o a Jesus, não aos chefes da Boda, que significam os líderes religiosos de Israel. Eles já tinham provado que não sabiam conduzir as Bodas a bom termo porque eram os primeiros responsáveis pelo “fiasco” em que aquela festa se tornara…

A missão da “Mãe de Jesus”, o Resto Fiel, “antes da Hora” messiânica, é dupla: em relação a Jesus e em relação a Israel. A Jesus diz, na provocação “não têm vinho”: o realizador da Hora prometida por Deus és tu! A Israel diz, no “fazei tudo o que ele vos disser”: o realizador da Hora prometida por Deus é Jesus!

Compreendemos bem esta missão do Resto Fiel se olharmos para João Baptista que, ao mesmo tempo, revela a Jesus a sua missão e revela ao Povo que é ele o Messias que Israel esperava.

A transformação da água em Vinho dentro das talhas significa a transfiguração da Aliança de Deus que ultrapassa e se liberta dos ritualismos, formalismos e legalismos judaicos para novamente ser saboreada como fonte renovada de Alegria e Exultação. A quantidade extraordinária de Vinho diz-nos simbolicamente a superabundância do dom de Deus que o Espírito realiza. O “Vinho Bom” estava guardado até Jesus, porque o Vinho Bom era o dom do Espírito que inaugura uma Nova Aliança.

O evangelista termina a catequese dizendo-nos que “este foi o primeiro Sinal que Jesus realizou”. Mas, se este Sinal significa a sua Ressurreição e o Dom do Espírito Santo a Plenitude da Vida, que Sinais poderá realizar mais?! Sabes quantos Sinais realiza no evangelho de João? Não leias já a resposta que vem a seguir. Pensa: se são Sinais da Plenitude de Deus que Se revela e realiza em Jesus, quantos serão? [se a tua resposta é 7, Parabéns, porque já estás a entrar na “lógica da bíblia”!] Todos os Sinais no evangelho são sempre modos diferentes de anunciar a mesma Hora de Jesus, a Hora da Plenitude e do Dom!

A Vida construída e permanentemente renovada nesta Sabedoria e liberdade de Coração é o Rosto mais convincente da “tal” Nova Aliança que dizemos Crer e Querer e do “tal” Espírito do qual falamos como Vinho Novo da Alegria e do Convívio Universal!

Formação de Catequistas
Formação de Catequistas

Formação de Catequistas

Formação de Catequistas

2015-01-16

No passado dia 16 de Janeiro, alguns dos catequistas da nossa paróquia, participaram na 2ª 

formação Vicarial “interativa” desta feita, na paróquia de Macinhata da Seixa, que muito 

carinhosamente nos acolheu e se difundiu nesta experiência.

Esta formação teve como orientadoras duas catequistas de Pinheiro da Bemposta, Elisabete e 

Isabel, que com extraordinária humildade e simplicidade se dispuseram a partilhar o tema: 

‘Como se chega à transcendência’. Vários caminhos foram apontados e concluímos com um 

pensamento de (Albert Einstein) “Os ideais que iluminam meu caminho e que sempre me 

deram uma nova coragem para encarar a vida, foram: a Bondade, a Beleza e a Verdade.”

Foram vividos momentos de Partilha de conhecimentos, dinâmica com dança contemplativa, 

oração espontânea e acabamos com um momento de alegre convívio. 

A esta equipa de trabalho da nossa Vigararia, os nossos agradecimentos por esta iniciativa.

                                                                                                                        P’ catequistas Emília Morais
REUNIÃO DE PAIS DO 6.º ANO
REUNIÃO DE PAIS DO 6.º ANO<br />

REUNIÃO DE PAIS DO 6.º ANO<br />

REUNIÃO DE PAIS DO 6.º ANO<br />

REUNIÃO DE PAIS DO 6.º ANO<br />

REUNIÃO DE PAIS DO 6.º ANO<br />

2014-11-29

 

REUNIÃO DE PAIS DO 6.º ANO

Era uma vez... dois amigos que se encontraram num elevador. 

Na viagem do rés-do-chão ao 4º andar um deles questionou o outro. “Em que(m) é que tu crês?”

Foi com esta pergunta que o Padre Ricardo iniciou a reunião onde estiveram presentes mais de 70 pais.

“Eu creio em Deus Pai, em Jesus e no Espírito Santo”. Este é o nosso Credo, é a nossa PROFISSÃO DE FÉ.  

Tal como dois amigos necessitam de alimentar a sua amizade com pequenas rotinas como um encontro para tomar café, também nós precisamos de alimentar a nossa Fé. Para isso temos que nos encontrar com Deus na ORAÇÃO (individual e na Eucaristia), fazendo o BEM e no ANÚNCIO.

Neste ano em que as crianças vão fazer a sua PROFISSÃO DE FÉ, os pais terão um papel muito importante no seu crescimento na Fé, principalmente no encontro com Jesus e com os amigos na Eucaristia, onde todos nos encontramos em Comum União (comunhão).

No final o feedback dos pais foi bastante positivo pois, todos juntos, conseguimos falar de maneira familiar do que nos é Família.

Concluímos que não há o “Eu cá tenho a minha fé”, mas sim a Fé da Igreja, e que sempre conseguimos arranjar uma linguagem simples para contar o que Amamos.

                                                                              Pelos Catequistas do 6.º ano – Alexandra Esteves

FESTA DO ACOLHIMENTO do 1.º Ano

FESTA DO ACOLHIMENTO do 1.º Ano
  FESTA DO ACOLHIMENTO do 1.º Ano
  FESTA DO ACOLHIMENTO do 1.º Ano
  FESTA DO ACOLHIMENTO do 1.º Ano
  FESTA DO ACOLHIMENTO do 1.º Ano
  FESTA DO ACOLHIMENTO do 1.º Ano
 

2014-10-26

OS AMIGOD DE JESUS

Grupo do 1.º ano  - 2014-2015

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FESTA DO ACOLHIMENTO – 1.º ANO

26.10.2014

 

Foi com grande entusiasmo que pais e filhos se reuniram no passado domingo para celebrarem a festa do acolhimento. Uma assembleia de crianças com olhar atento, cheias de alegria e uma enorme vontade de ouvir aprender tudo sobre o seu novo amigo: JESUS. 

Para estas crianças,  iniciou-se uma nova etapa! Uma etapa  igualmente importante para os pais.  Que se sintam motivados para  acompanhar os seus filhos, que se deixem envolver e contagiar pelo entusiasmo e energia inesgotável das crianças.

Este 1º ano de catequese  está a  despertar enorme curiosidade e alegria,  na descoberta de amigos e valores que certamente farão toda a diferença ao longo das suas vidas.   

As suas vozes doces entoaram cânticos de louvor a que ninguém ficou indiferente.

Um dia memorável na vida destas crianças e dos seus pais. Esperamos por mais  momentos como este.                                                 

                                                                                                         Testemunho de uma mãe:  Paula Pinto
Retiro de Catequese 6.ano
Retiro de Catequese 6.ano

Retiro de Catequese 6.ano

Retiro de Catequese 6.ano

Retiro de Catequese 6.ano

Retiro de Catequese 6.ano

Retiro de Catequese 6.ano

2014-05-24

Um dia de retiro da  Catequese do 6.º ano 24 de Maio

  Inserido na preparação para a Profissão de Fé, os catequizandos e alguns pais, participaram num retiro realizado no lugar de Vilar, Oliveira de Azeméis. A concentração teve lugar no Guizo (Vilar), onde os participantes puderam apreciar a beleza dessa localidade (uma queda de água, fonte de água natural e o aroma dos arbustos circundantes). Após o acolhimento, aproveitou-se o momento para tirar uma foto de grupo para mais tarde recordar.

Deu-se, de seguida, início à caminhada em direção à capela de S. Lourenço onde foi feita a oração da manhã com leitura da Palavra e cânticos de louvor. Findo esse pequeno momento de oração, deu-se início à peregrinação até ao alto do monte, podendo os participantes desfrutar da beleza paisagística, obra do Criador. Após um breve repouso e pequeno lanche para retemperar forças, procedeu-se ao início da subida até ao topo do monte, mais propriamente à capela de Nossa Senhora da Conceição. Essa subida foi feita com uma Via Sacra, com 7 estações, onde foi feita a meditação sobre as 7 dores de Maria (profecia de S. Simeão - fuga para o Egipto -  perda de Jesus no Templo -  encontro de Jesus com Sua mãe no caminho para o Calvário -  crucificação e morte de Jesus -  descimento de Jesus da cruz -  sepultura de Jesus). Chegados à capelinha de Nossa Senhora da Conceição e, a exemplo de Jesus que se retirava para o alto do monte para meditar, fez-se silêncio para meditação, reflexão e interiorização. A descida foi feita com boa disposição e confraternização até à casa cedida pela D. Laurinda. Durante esse trajeto, houve oportunidade para registar a belíssima paisagem. Já na casa que, gentilmente nos foi cedida, procedemos à partilha das nossas refeições. Posteriormente, e em clima de boa disposição, demos continuidade às nossas atividades programadas, que incluiu um trabalho feito pelos catequizando com resumo da experiência vivida durante a manhã. Após apresentação dos trabalhos, cada catequizando deixou registado, em papel, o seu compromisso para a sua vida após a Profissão de Fé a realizar-se a 29 de Junho. O retiro foi rematado com a Celebração da Palavra presidida pelo nosso Pároco e animado por três elementos da Música a quem deixamos, desde já, o nosso sincero agradecimento e reconhecimento.

O tema da celebração foi SOMOS MEMBROS DA IGREJA CUJO CORPO É JESUS CRISTO, foi o marco do dia. Deus não prometeu dias sem dor, risos sem sofrimento, sol sem chuva, mas prometeu Força para o dia, Conforto para as lágrimas e Luz para o caminho. Esta é a força que nos impele Catequistas, pais e crianças a caminhar cada vez mais longe, cada vez mais Fortes!

Louvamos o Senhor pela oportunidade que nos deu para desfrutarmos das obras da Sua Criação e por fazer de nós um membro do Seu Corpo.

Neste dia tão marcante, não podemos esquecer os pais, que presentes, nesta caminhada deixaram o seu testemunho.

 

Testemunhos dos Pais:

 

.Hoje, dia 24 de maio, fez-se mais uma etapa no caminho da Profissão de Fé com o compromisso de cada um. A catequese dos nossos filhos foi diferente. Todos juntos, seguimos em direção à fonte do Guizo, em Vilar, o entusiasmo era visível no rosto de todas as crianças.

Começamos o nosso retiro com a oração da manhã na Capela de S. Lourenço. Em seguida rumamos em peregrinação até à Capelinha de Nossa Senhora da Conceição. Durante este percurso foi realizada a Via-sacra Mariana onde se apelava ao silêncio e oração. Em cada uma das estações foi lida uma pequena oração acompanhada por um símbolo e sua consequente reflexão com crianças participativas e alegres. De regresso a Vilar seguiu-se o almoço convívio que decorreu com muita euforia e animação.

Cada grupo de catequese apresentou o seu trabalho com os símbolos apanhados na Natureza durante o percurso de regresso.

Os catequistas foram o pilar deste retiro. Onde o empenho, a determinação, o carinho e a paciência com que nos receberam, leva-nos a admitir que os nossos filhos seguem confiantes na Luz e na Fé.

Como pais, este dia foi muito gratificante. Os nossos filhos fizeram uma grande caminhada na Fé. Puderam entender, em parte, a viagem que Jesus percorreu até ao Calvário e o sofrimento de Sua Mãe Maria. A dificuldade na subida e o caminho agreste contribuíram para um maior interesse e participação de todos os presentes. Apelamos aos restantes pais para que participem nestas atividades pois serão um exemplo a seguir no futuro. Este dia foi único não se torna a repetir.

Um agradecimento muito especial à D. Laurinda e ao Sr. Hilário, pelo acolhimento, hospitalidade e disponibilidade de nos acolher na sua casa.                                                                         Os pais - 6.ºano

Dia do Padrinho

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2014-01-15

Dia do Padrinho -

 No passado dia 12 domingo, celebrou-se a Bênção dos Padrinhos. Mais uma vez superlotou a Igreja por três vezes, sobretudo nas missas das crianças. É bom celebrar passos marcantes da vida cristã. Ser padrinho ou madrinha, é sentir e estar presente, é olhar e entender. É guardar uma porta aberta no seu coração para aquele momento como o que se viveu nestas Eucaristias. No momento de ação de graças uma lágrima nasceu e pelo rosto da madrinha desceu...Bem hajam  todos os Padrinhos! 

Encontro dos Catequista da Vigararia Oliveira de Azeméis / São João da Madeira
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2014-01-12

Encontro dos Catequista da Vigararia Oliveira de Azeméis / São João da Madeira

No dia 12 de Janeiro teve lugar na nossa Paróquia o encontro dos catequistas da Vigararia, orientado pelo Padre Ricardo, Assessor da pastoral da catequese. Reuniram no salão paroquial, onde houve momentos de expressão, de alegria e convívio e sobretudo de acolhimento. Após alguns momentos de reflexão, os catequistas dirigiram-se à Igreja Matriz, pelas 16,30h uma celebração eucarística que contou com a presença de todos. No final alguns foram receber o diploma de participação no Curso de Iniciação Catequística. Da Paróquia de Oliveira de Azeméis foram 10 os catequistas que participaram no Curso. Chamados um a um, os diversos catequistas da Vigararia receberam o seu diploma e expressaram com alegria, expressa sobretudo no olhar, o momento que estavam a viver.

É preciso no entanto que todos nos consciencializemos que a catequese não é um momento, mas antes uma  prática, uma atitude que começa na família e se estende até a comunidade cristã. Que para educar hoje na fé os adolescentes, é necessário inovar, mas não deixar as praticas habituais, raízes de nossa fé, isto é: a oração, a eucaristia, o comprometimento com a comunidade local entre outros deveres a ser  praticados na caminhada da vida.

Celebrar a Fé com as estrelas
Celebrar a Fé com as estrelas

Celebrar a Fé com as estrelas

Celebrar a Fé com as estrelas

Celebrar a Fé com as estrelas

Celebrar a Fé com as estrelas

Celebrar a Fé com as estrelas

2013-10-30

Celebrar a Fé com as estrelas
No sábado passado, 40 crianças do 5º ano de catequese, com os seus pais e catequistas, subiram até à Sra da Laje, na Serra da Freita para “Celebrar a Fé com as estrelas”.
O “Monte” em linguagem bíblica significa “revelação”. Jesus em vários relatos biblícos procura o monte para orar. Foi isso mesmo que fomos procurar à Serra da Freita. É no silêncio que O conseguimos ouvir, que damos espaço à Sua ação para que Ele Se diga a nós, em nós.
Das 15h 30 à 17h 30m, graças a um sol maravilhoso, pudemos fazer um percurso através dos 5 sentidos, e da sua importância num percurso de fé.
Começando com a “audição”, terminámos esta primeira parte com o sentido do “paladar”. Como um sinónimo do símbolo bíblico de “comer” é encontro, comunhão, convivialidade, acolhimento e intimidade, fizemos um lanche ajantarado onde todos partilharam o que trouxeram.
Às 18h 30m realizámos na capela, uma celebração da palavra, à qual presidiu o Sr. Marques, diácono em Ossela.Comer e Beber a Vida de Cristo Ressuscitado é comungar com Ele pela escuta da sua Palavra e pelo acolhimento do seu Espírito.
Às 19h 30m, como estava um nevoeiro serrado, descemos até Vale de Cambra para observamos as estrelas. Como disse, Marco Ferreira, a oração é o instrumento que usamos para comunicarmos com Deus, que é muito além de… Para O ouvirmos temos que estar atentos, aos seus sinais. Deus não é um velhinho de barbas brancas, como muitos ainda imaginam e que nos aparece para nos fazer bem, ou mal, segundo as nossas ações.
Para observarmos as estrelas também usámos instrumentos, só assim pudemos ver para além de…
Todo o cristão é uma estrela de fé, de amor e de esperança para o seu irmão...”
Foi uma tarde e noite maravilhosas,onde tivemos a cada passo, a oportunidade de experimentar o encontro com um Deus que nos espanta que entra de mansinho na nossa vida para Se dizer de novo e nos dizer de novo segundo a Sua própria Palavra.
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