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VIGÍLIA DE CATEQUISTAS

VIGÍLIA DE CATEQUISTAS  VIGÍLIA DE CATEQUISTAS 
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2012-10-03

VIGÍLIA DE CATEQUISTAS

A habitual reunião de catequistas à quarta-feira foi, esta semana,
diferente. Todos participaram numa vigília orientada pelo pároco Padre
Albino na nossa Igreja Matriz.

Dos mais novos aos mais velhos, os catequistas juntaram-se em clima
de oração e, em apenas meia hora, saíram de lá fortalecidos na fé. A
oração não se mede pela quantidade mas pela qualidade. Isto é, de que
nos valerá rezarmos dez vezes por dia se, em nenhum desses momentos,
colocamos o coração a falar? De muito pouco, certamente...

E foi precisamente isto que todos fizeram... Rezaram com o coração,
meditando nas sábias palavras que foram sendo ditas ao longo da vigília.

É importante que, não só os catequistas, mas toda a gente possa viver
momentos como este. Hoje em dia, numa sociedade agitada e stressada,
faz falta PARAR, REFLETIR e, sobretudo, ORAR.

Patrícia Silva
OS CATEQUISTAS ENCONTRARAM-SE... E CELEBRARAM A FÉ!

OS CATEQUISTAS ENCONTRARAM-SE... E CELEBRARAM A FÉ!  OS CATEQUISTAS ENCONTRARAM-SE... E CELEBRARAM A FÉ! 
OS CATEQUISTAS ENCONTRARAM-SE... E CELEBRARAM A FÉ!  OS CATEQUISTAS ENCONTRARAM-SE... E CELEBRARAM A FÉ!  OS CATEQUISTAS ENCONTRARAM-SE... E CELEBRARAM A FÉ! 

2012-09-22

OS CATEQUISTAS ENCONTRARAM-SE... E CELEBRARAM A FÉ!
 

Cerca de setenta catequistas juntaram-se, no passado dia 22 de Setembro, na Estalagem de S. Miguel, no Parque de La-Salette, para celebrarem a Fé em Deus e o amor a Jesus Cristo que os une em comunidade de irmãos. O início de mais um ano catequético traz novos desafios que são assumidos por todos aqueles que têm a missão de evangelizar.

O encontro começou com a Celebração da Palavra, uma oração conjunta dedicada a todas as crianças e a todos os jovens da paróquia. "O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir" (Mateus 20, 28). Foi esta a frase-chave do dia, o mote inspirador de exemplo e testemunho. Na homília, feita pelo nosso pároco Padre Albino, não faltaram as palavras de coragem, fé, amor mas também responsabilidade que devem acompanhar os catequistas ao longo do ano.
 
 

O "Ano da Fé" está quase a começar e será um desafio para todos os cristãos que têm o dever de dar o exemplo à sociedade. Os catequistas trabalharam este tema em pequenos grupos e partilharam, depois, em plenário as conclusões daquilo que haviam estado a refletir. A conversão, o testemunho, a caridade, o amor e a oração fazem parte da vivência e transmissão da fé e devem ser implementados em todos os sectores da nossa vida. "O tempo chega quando as pessoas amam", dizia o Padre Albino num dos momentos da manhã. A Fé é um modo de vida que exige desprendimento e deve ser alimentada diariamente.

Depois do almoço, os catequistas tiveram a oportunidade de experimentar as danças contemplativas. O Irmão Diamantino Duque, da ordem Marista, e dois jovens do Pinheiro da Bemposta ensinaram algumas coreografias, cada uma com uma finalidade (perdão, misericórdia, louvor, contemplação, ação de graças, etc.) e explicaram a razão de cada movimento.
Libertação, paz interior, oração e harmonia entre o corpo e a mente foram os sentimentos por todos partilhados no final da tarde.

Costuma-se dizer que "a Fé ou se apega ou se apaga", este foi, sem dúvida, um dia em que a Fé se apegou a todos os catequistas que ficaram fortalecidos e com uma enorme vontade de começar o novo ano de catequese com o pé direito. É preciso acreditar e agir e saber que "quem não vive para servir, não serve para viver"...

Patrícia Silva
 
CATEQUISTAS AO SERVIÇO

Durante a manhã foram feitos oito grupos que trabalharam e meditaram o tema "O Ano da Fé" que aí se aproxima. Depois, em plenário, cada grupo apresentou um cartaz e as principais conclusões a que conseguiram chegar.

Um dos grupos não deixou passar a oportunidade de realçar a Oração de São Francisco de Assis, uma prece que devemos ter presente a cada dia da nossa vida. Os catequistas, enquanto evangelizadores, são, também, instrumento da paz do Senhor e estão ao serviço de toda a comunidade. 
 
 
ACREDITAR E AGIR... UM TEXTO INSPIRADOR

Neste, tão proveitoso, encontro de catequistas, alguns dos presentes contaram, abreviadamente, a "Parábola dos dois remos". Um texto que nos lembra que, quando queremos atingir algum objetivo, precisamos de ter Fé e acreditar mas também saber agir. Acreditar e Agir são os dois remos que, quando remados simultaneamente, nos levam a bom porto.

Aqui está essa parábola, para que todos a possam meditar:

"Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas e imaginava uma forma de chegar até o outro lado, onde era seu destino. Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro.
O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, tinha dois remos de madeira de carvalho. O viajante olhou atentamente e percebeu que cada remo tinha escrita uma palavra.
Num dos remos estava entalhada a palavra acreditar e no outro, agir. Não podendo conter a curiosidade, perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos.

O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito acreditar, e remou com toda força. O barco, então, começou a dar voltas, sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo em que estava escrito agir e remou com todo vigor. Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante. Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-os ao mesmo tempo e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem.

Então, o barqueiro disse ao viajante:
- O meu barco chama-se autoconfiança. E a margem é a meta que desejamos atingir. Para que o barco da autoconfiança navegue seguro e alcance a meta pretendida, é preciso que utilizemos os dois remos, ao mesmo tempo, e com a mesma intensidade: agir e acreditar. Não basta apenas acreditar, senão o barco ficará rodando em círculos. É preciso também agir, para movimentá-lo na direção que nos levará a alcançar a nossa meta. Agir e acreditar. Impulsionar os remos com força e com vontade, superando as ondas e os vendavais e não esquecer que, por vezes, é preciso remar contra a maré.

Nesse dia, o viajante aprendeu uma grande lição que o acompanhou ao longo de toda a vida." 
D. João Lavrador na paróquia de Oliveira de Azeméis
D. João Lavrador na paróquia de Oliveira de Azeméis

D. João Lavrador na paróquia de Oliveira de Azeméis

D. João Lavrador na paróquia de Oliveira de Azeméis

D. João Lavrador na paróquia de Oliveira de Azeméis

D. João Lavrador na paróquia de Oliveira de Azeméis

2012-06-30

«A nossa vida tem de ser um toque com Cristo para uma comunhão
com Ele e com os outros»…

Eram quase 40 os jovens que conseguiram frequentar a catequese paroquial
durante os 12 anos, preparando-se assim para a receção do sacramento do Crisma. O
dia 30 de Junho marcou a história desta comunidade! Às 16 horas, no Salão Paroquial, D. João Lavrador acolheu esses jovens, explicando-lhes o significado da receção desse sacramento e a responsabilidade que assumiam perante uma comunidade que esperava ver neles a vitalidade de uma fé consciente e operante.
Seguiu-se, na igreja, a Eucaristia, presidida por D. João Lavrador, e concelebrada
pelo nosso Pároco e pelo Vigário da Vara. Logo no início o P. Albino Fernandes saudou o Sr. Bispo, agradeceu a sua presença, e enalteceu e coragem que levou aqueles jovens e perseverarem na caminhada, bem longa, de uma catequese levada a sério, e culminada por um retiro bem vivido. Também não esqueceu a exemplar doação dos catequistas à ação formativa destes jovens, em colaboração com os seus pais.
Na homilia, D. João Lavrador fez uma brilhante exposição, baseada na mensagem
do Evangelho do dia, e conduziu a vasta assembleia, que o ouvia encantada, a fazer
a descoberta da força do Amor que nos leva a viver a comunhão com Cristo e com
todos os irmãos. «A nossa vida é uma comunhão entre tantas pessoas; é sobretudo uma comunhão com Jesus Cristo» - afirmou. O tema central foi o Amor!
Referindo-se à preocupação de Jairo, que veio pedir a Jesus a cura da sua filha,
D. João levou-nos a entrar em comunhão com os sofrimentos dos outros para os ajudar nos seus momentos de aflição. E destacou a necessidade que todos temos, de uma boa notícia, como Jairo a sentiu quando Jesus se pôs a caminho para casa daquele pai tão aflito, mas agora com tanta esperança na bondade e poder de Jesus.
Também fez referência àquela mulher rejeitada por todos, mas que rompeu pelo
meio da multidão com uma fé tão viva que entendeu que bastaria tocar no manto de Jesus para ficar curada. E aqui o Sr. Bispo, com uma profundidade impressionante, levou a assembleia a descobrir o toque de Jesus na nossa vida, e o seu convite para, com Ele, fazermos comunhão. «A nossa vida tem de ser assim um toque com Cristo para uma comunhão com Ele e com os outros» -afirmou. O Senhor Jesus está, de facto, sempre em comunhão connosco, mesmo nos momentos em que o julgamos ausente!
Foi realmente um grito a sacudir a nossa letargia para descobrir a beleza do amor,
da comunhão e da fraternidade que, de todos, fazem uma só família. Agora a nossa
comunidade fica à espera do testemunho destes jovens para a ajudarem a construir
um futuro de comunhão, de serviço, de perdão e de interajuda!...Teremos então uma comunidade exemplar e feliz, e um futuro de esperança!...

Manuel Paiva
DIA DIOCESANO DA FAMÍLIA
DIA DIOCESANO DA FAMÍLIA

DIA DIOCESANO DA FAMÍLIA

DIA DIOCESANO DA FAMÍLIA

DIA DIOCESANO DA FAMÍLIA

DIA DIOCESANO DA FAMÍLIA

DIA DIOCESANO DA FAMÍLIA

2012-06-03

Dia Diocesano da Família -  Foi notável o remate das Jornadas Diocesanas “Família e Juventude”. Ponto alto foi o jubileu dos Casais. Veja-se a informação do nosso colaborador, Prof. Paiva, que assim a intitula:

“Que espetáculo de fé!...”

 No Porto, no passado dia 3, encheu-se o Pavilhão «Rosa Mota»! Eram mais de 1500 casais que celebravam as suas Bodas Matrimoniais. O resto do espaço estava preenchido pelos familiares e amigos.

Serviço maravilhosamente organizado por tantas boas vontades que se deram totalmente à preparação desse evento. No altar vários bispos e acólitos. Na Eucaristia, o presidente, D. Manuel Clemente, focou a importância da Família no contexto social, e começou assim a celebração:

«Dizemo-nos e reconhecemo-nos em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Assim mesmo fomos batizados e assim mesmo somos “cristãos”. Mais adiante afirmou que a sociedade deve «reconhecer em cada família a melhor escola da sociabilidade, onde aprendemos a viver solidariamente… Que bom – continuou - que belo e verdadeiro é estarmos aqui a celebrar Bodas matrimoniais, de 10, 25, 50 e mais anos!...Dirigindo-se aos casais jubilados afirmo: «Vós sois os verdadeiros campeões da vida e os que mais importa reconhecer e louvar!».

Mais adiante quis lançar-lhes um apelo: «Deixo-vos um pedido: Fazei ainda mais da vossa vida um testemunho permanente, sereno e belo, de quanto é possível…»..Depois apelou para que o Matrimónio seja devidamente preparado: «É fundamental que em cada comunidade a preparação para o matrimónio seja feita a longo prazo, a partir duma catequese que forme para a vida partilhada, com Deus e com os outros…»No final foi distribuído um diploma a cada casal, terminando tudo num almoço partilhado à sombra das frondosas árvores do parque circundante. Viemos de lá com a alma cheia de esperanças!..

                                          .                                                                                   

  Manuel Paiva

FÉ QUE NOS MOVE... ATÉ AO PORTO!
FÉ QUE NOS MOVE... ATÉ AO PORTO!

FÉ QUE NOS MOVE... ATÉ AO PORTO!

FÉ QUE NOS MOVE... ATÉ AO PORTO!

2012-06-01

No dia 1 de Junho alguns jovens da paróquia de Oliveira de Azeméis seguiram rumo ao Porto para participar numa Via Sacra de jovens. Esta atividade insere-se nas Jornadas da Família e Juventude da Diocese do Porto.

A cada vigararia pertencia uma estação, sendo a vigararia de Oliveira de Azeméis responsável pela 14ª, “Jesus é crucificado”.

O trajeto começou na Igreja da Trindade com a encenação da apresentação de Cristo ao rei. "Eche Homo" foi o inicio de tudo. Eis que aquele que veio para ser Rei, se apresenta ao julgamento dos homens. A estação da nossa paróquia ficava na entrada da Câmara Municipal da cidade. Por ser a última estação, a espera foi mais demorada. Mas os jovens que participaram aproveitaram para conviver.  Depois de alguns ensaios, organizou-se a colocação das pessoas de acordo com o esquema que estava previamente organizado pela equipa de Cucujães. O esquema era o seguinte: uma cruz gigante feita com duas faixas brancas, seguras pelos jovens vestidos de preto, que terminava num "Sepulcro Novo" construído por um jogo de escadas envolvidas em panos brancos. Ao lado as mulheres piedosas, vestidas de preto ladeadas por escadas seguras por jovens a simbolizar a certeza de que Aquele que seria sepultado, havia de subir aos Céus.

 Os jovens que participaram gostaram da experiência, do convívio e dos momentos de partilha que lá se viveram. Foi notória a adesão dos jovens das diferentes paróquias a esta iniciativa. Para além disso, também muitas pessoas percorreram as ruas da Invicta e acompanharam a Via Sacra com uma atitude cristã e um exemplo de fé.

É preciso que os jovens cristãos participem ativamente em atividades desta natureza, são um desafio e uma descoberta pessoal.

João Rosa e Mª Fernanda Ferreira

Pastoral da Juventude não faltou ao Mercado à Moda Antiga
Pastoral da Juventude não faltou ao Mercado à Moda Antiga

Pastoral da Juventude não faltou ao Mercado à Moda Antiga

Pastoral da Juventude não faltou ao Mercado à Moda Antiga

2012-05-15

 

A XVI edição do Mercado à Moda Antiga, que decorreu nos dias 19 e 20 de Maio, contou com a participação da Pastoral da Juventude da nossa Paróquia. Trajados a rigor venderam de tudo um pouco. Os mais gulosos puderam comprar rabanadas, bolos e até mesmo compotas caseiras. Haviam ainda à venda limões e laranjas, legumes, ovos, nozes, flores e até mesmo alguns animais do campo.

Este grupo de jovens não deixou passar a oportunidade de vender, a um preço simbólico, pedras de xisto e velas com mensagens de amor ao próximo e fé em Deus.

Nestes dois dias, a Pastoral representou a nossa paróquia com muita alegria e boa disposição. Bem hajam! Para o ano há mais...

Diana Semblano

 

A VELHICE TAMBÉM É UMA FESTA
A VELHICE TAMBÉM É UMA FESTA

A VELHICE TAMBÉM É UMA FESTA

A VELHICE TAMBÉM É UMA FESTA

A VELHICE TAMBÉM É UMA FESTA

2012-05-13

Foi no salão paroquial de Oliveira de Azeméis que, no dia 13 Maio, ocorreu mais uma Festa da Terceira Idade. Fruto da determinação e organização do grupo dos Vicentinos de Azeméis, foi uma tarde de comemoração e alegria na qual a idade foi o menos importante.

Começou com a celebração da Eucaristia às 15h, presidida pelo nosso pároco Padre Albino, durante a qual foi administrado o Sacramento da Santa Unção a cerca de 35 idosos.

O salão encheu e acabou por ser pequeno para tamanha alegria e satisfação que ali se viveu.
Estiveram presentes utentes do Lar S. Miguel, da Santa Casa da Misericórdia e do Centro de Dia de Oliveira de Azeméis, além de algumas pessoas de outras paróquias vizinhas que aceitaram passar uma tarde diferente, através das inscrições abertas à comunidade.

O Coro de S. Miguel abriu o espaço lúdico que se seguiu e cantou vários temas tradicionais conhecidos, com orientação do Sr. António Marques. Até a Menina Celeste teve o seu momento a solo cantando “O mar enrola na areia” e animando ainda mais a assembleia que a acompanhou com convicção.

A festa continuou com a atuação do Grupo de cantares da Universidade Sénior “Os Madrigais” que pôs toda a gente a dançar. Os jovens colaboradores dos Vicentinos e do Grupo de Escoteiros de Oliveira de Azeméis juntaram-se aos vários idosos que não controlaram a vontade de demonstrar que a idade não pesa. Em pares, em roda e em comboio, as possíveis dores e a solidão foram esquecidas. Os mais jovens guardaram a lição de que o dom da Vida é demasiado valioso para não se celebrar! Ficou uma frase de um tema de “Os Madrigais” que resume tudo: “Então, anda daí amigo… ainda tens muito para dar!”

A meio da tarde começou o lanche que deu espaço à confraternização entre novos e velhos.

Depois da celebração dos jubilados que aconteceu no sábado anterior, também nesta festa se testemunhou a presença de alguns casais que são o exemplo vivo de que o verdadeiro amor vence tudo. Foi o caso da D.Isaura e do esposo que, no auge dos seus 82 anos e na companhia de uma filha participaram alegremente na festa, gostaram muito e disseram que “é sempre agradável passar uma tarde diferente na companhia de pessoas tão boas."

Vanessa Sousa

DOENTES RECEBERAM A SANTA UNÇÃO
DOENTES RECEBERAM A SANTA UNÇÃO

DOENTES RECEBERAM A SANTA UNÇÃO

DOENTES RECEBERAM A SANTA UNÇÃO

2012-04-22

Foram muitos os doentes que, no passado dia 22, se juntaram na igreja matriz de Oliveira de Azeméis para comemorar o Dia Paroquial do Doente e receber o sacramento da Santa Unção.

O nosso pároco, padre Albino, apelou em homília à fé que todos nós devemos ter
para conseguirmos superar as maiores adversidades da vida. "Só se chega aqui quando a fé nasce no coração. Devemos ser como os apóstolos que se preparam para tudo e anunciaram-no no Mundo inteiro... Quem se amarrar a ele não tem medo de nada, vencem-se as dificuldades todas", garantiu. Falou, ainda, abertamente da morte: "Todos nós temos a certeza que vamos morrer, o que importa é que quando saiamos deste Mundo mantenhamos a certeza da fé e digamos 'Senhor eu creio, eu mantenho a minha fé. E sei que depois da morte também hei-de ressuscitar como tu ressuscitaste.' Um cristão não tem medo da morte porque sabe que o Senhor está com ele, sabe que há-de ressuscitar."

Foi esta certeza de uma fé poderosa e divina que os doentes e suas famílias levaram
para casa depois da celebração.

Patrícia Silva e Luís Nunes
 
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Para todos os que queiram pedir a Maria o seu apoio e a sua proteção, segue a
oração:

Consagração dos Doentes ao Imaculado Coração de Maria

Virgem Maria, mãe de Deus e nossa Mãe, sabemos que manifestais um amor muito
particular por nós, vossos filhos doentes, porque sois Mãe e porque vedes em cada um de nós a imagem viva de Jesus que sofreu e morreu por nós.

Cheios de confiança, vos entregamos hoje a nossa vida marcada pela dor, pela solidão, pela angústia e pelo temor.

Seguindo o vosso exemplo, Mãe das Dores, queremos unir o nosso sofrimento ao
de Jesus para a salvação do Mundo. Como o vosso, também o nosso coração é
atravessado por muitas espadas de dor ao ver a nossa dependência dos outros, o
abandono a que, por vezes, somos votados, os sofrimentos que continuamente nos
martirizam. 
Libertai-nos, Senhora, dessa tentação terrível que frequentemente nos quer dominar, de nos julgarmos uns inúteis e fardo pesado para os outros. Fazei-nos sentir a consoladora realidade de que temos uma vocação própria: completar no nosso corpo o que falta à Paixão de Cristo.

Respondendo ao vosso apelo em Fátima, oferecemos a nossa cruz pela renovação e
unidade da igreja e pela paz do Mundo. Dai-nos a graça de aceitar sorrindo, ou pelo
menos sem revolta, a cruz de cada dia.

A Vós, ao vosso coração imaculado, consagramos hoje as horas tristes de solidão e
as horas alegres de visitas, a pouca ou muita atenção com que somos tratados, os
momentos de dor e de mais alivio, as boas e más notícias que nos comunicam, tudo
aquilo que constitui a monotonia da nossa doença.

Que tudo seja para santificação da Igreja, para nosso proveito espiritual e de todos os que cuidam de nós.

Ámen. 
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