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Agenda

Dia 26 - Festa da Entrega da Bíblia do 4.º Ano: 10,30h.



Dia 26 - Distribuição dos Talões e circulares das Oblatas.



Dia 26 - Ofertório para o Apostolado dos Leigos.



Dia 26 - Solenidade de Cristo-Rei 



Dia 25 - Ensaio na igreja do 4.º Ano: 10,30h

Dia 22 - Início do 256.º Cursilho de Senh

Dia 21 - Apresentação de Nossa Senhora<

Dia 19 - Adoração (Conf.ª do Santíssimo): 17,45h



Dia 19 - Ofertório para os Seminários Diocesanos.

Dia 19 - Dia Mundial dos Pobres.

Dia 17 - Reunião de Pais do 4.º Ano: 21,30h

Dia 13 - Terço: 18,30h.

Dia 12 - Início da Semana dos Seminários

Dia 11 - Reconciliação (Confissões) do 9.º Ano: 16,30h.



Dia 9 - Festa da Dedicação da Basílica de Latrão

Dia 8 – Reunião dos Delegados da Catequese: 21h

Dia 8 – Visita do Pároco aos Lares

Dia 6 - Catequese de Adultos: 21h

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Retiro de Catequistas e Compromisso
Retiro de Catequistas e Compromisso

Retiro de Catequistas e Compromisso

Retiro de Catequistas e Compromisso

Retiro de Catequistas e Compromisso

Retiro de Catequistas e Compromisso

Retiro de Catequistas e Compromisso

2016-09-20

Retiro e compromisso dos Catequistas

No dia 17 de setembro os catequistas da nossa paróquia reuniram-se num encontro-retiro na quinta do Barral no Pinheiro da Bemposta, onde fizeram a preparação para o seu compromisso.

Iniciou-se o retiro com a saudação do nosso Pároco acompanhado do Diácono João Araújo:

“Caríssimos Catequistas: Ao iniciardes este retiro, quisestes fazê-lo num ambiente de silêncio e oração, invocando Espírito Santo. Ele abre as portas fechadas da Igreja, para que ela saia corajosamente, pelo mundo fora a anunciar a alegria do Evangelho. A partir deste mesmo retiro, sereis enviados à comunidade, para, a partir dela, serdes enviados, para transformar os desertos deste mundo em oásis de misericórdia. “Onde houver cristãos, qualquer pessoa deve poder encontrar um oásis de misericórdia” É preciso invocar o Espírito Santo! Sobretudo quando se pretende vencer a maré, avançar contra a corrente, e ir «por um rio de misericórdia», a fim de tornar este mundo mais humano, menos frio e mais justo! O Espírito Santo — queridos catequistas - dá-vos a coragem de ir contra a corrente. Com Ele, podeis fazer coisas grandes. Ele far-vos-á sentir a alegria de serdes discípulos de Jesus e Suas testemunhas. Gostaria de lembra-vos, também, que não vos basta o soF5ro do Espírito, como uma vela, a impelir a barca da vossa vida ou a barca da Igreja. “Esta vela vale-se de outras inúmeras e pequenas velas, que são os corações de cada um dos batizados”. Queridos Catequistas: precisais uns dos outros, e de pôr em jogo o esforço harmonioso de todos e de tudo, para irdes sempre mais além, rumo às coisas grandes e jogardes a vida por grandes ideais. Queridos Catequistas: como fez com os Seus discípulos, Jesus fixa-vos nos olhos e chama-vos a segui-l’O, a «fazer-vos ao largo» e a «lançar as redes», confiados na Sua palavra, ou seja, deveis pôr a render os vossos talentos, unidos a Ele, sem medo. Jesus espera pacientemente por cada um de vós.”

     Foi um dia de escuta da palavra e de reflexão sobre o tema do próximo Ano Pastoral: “Com Maria, renovai-vos nas fontes da alegria”. Baseado neste tema refletimos sobre as sete alegrias de Maria: Anúncio do Anjo Gabriel; Visita à prima Isabel; Nascimento de Jesus; Adoração ao menino; Encontro de Jesus no templo; Ressurreição de Jesus; Coroação e Assunção de Maria. Depois da discussão em grupos onde se respondeu às questões: Como descrever a alegria de Maria e como é que essa alegria, é fonte de renovação para cada um de nós? Em plenário concluiu-se que Maria é exemplo de Mulher, Mãe e Evangelizadora. Como Maria devemos ser exemplo de renovação constante na alegria, que em Maria também se exprime em muitas lágrimas de dor, de sofrimento, de solidão, de desencanto, de feridas abertas…Lágrimas que são água, símbolo de vida, de purificação, de limpeza e transformação. Um elemento primordial na natureza e que é considerada ponto de partida para o surgimento da vida. Água que no batismo representa a limpeza espiritual e que marca a presença de Deus e o início de uma vida cristã. Maria soube transformar essas lágrimas em alegria, força e coragem. Teve a capacidade de iluminar os espaços mais sombrios da sua vida sempre com uma força inigualável para cuidar, curar as feridas, e dar calor ao coração do seu filho que viu morrer numa cruz. Soube como ninguém transformar e renovar as suas tristezas e angústias em alegrias e contentamentos. Nós, que nos assumimos cristãos, nem sempre somos capazes de ter Maria como exemplo. Nem sempre usamos essa “água”, que anteriormente recebemos no batismo, para renovarmos o nosso ser, a nossa atitude, e a nossa forma de pensar e de agir. Nem sempre temos força para cuidar, curar e amar tal como Maria cuidou e amou o seu filho. Reflectimos sobre a força da água na nossa vida, desejando que a usemos como fonte de alegria. Água que limpa as nossas impurezas e que nos transforma em cristãos mais puros e capazes de fazer mais e melhor.

Neste encontro também houve grandes momentos de partilha, alegria e diversão.

Transcrevemos um dos cânticos que marcaram o dia como fonte de inspiração:

Tu és o sol do novo amanhecer! Tu és farol, a vida a renascer! Maria! Maria! És poema de amor! És minha mãe e mãe do meu Senhor!

Hoje quero acordar e ter- Te junto a mim; quero hoje cantar poemas de amor sem fim! Com a luz do Teu olhar vou semear a esperança. Pelo tempo vou voar, e sentir que sou criança.

Retiro de catequistas orientado pelo Padre Rui Santiago
Retiro de catequistas orientado pelo Padre Rui Santiago

2011-03-27

No passado dia 25 de Março um grupo de catequista da nossa paróquia foi ao retiro da Quaresma orientado pelo Padre Rui Santiago.

Aqui podem ver algumas reflexões sobre este fim-de-semana em retiro. 

[ Download Retiro de catequistas orientado pelo Padre Rui Santiago ]
Fé/ Esperança/Caridade - 4º encontro

2011-02-06

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Deus veio em primeiro - Caridade

2011-01-15

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Deus veio em primeiro . Esperança

2010-11-20

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Linguagem simbólica

2010-05-15

Andando “por aí”, experimento muitas vezes a limitação das palavras e a dificuldade de transpor determinadas maneiras de dizer ou narrar de uma cultura para outra. Quando explico o sentido ou o significado de um símbolo bíblico, por exemplo, costumo encontrar muitas vezes a reacção de quem se choque por lhe parecer que o que está a ser dito é o seguinte: “Meus amigos, esta narração aqui, é mentira!” É assim que nós consideramos o símbolo, muitas vezes, como oposto do real e verdadeiro. Dizer “é linguagem simbólica”, costuma activar um mecanismo qualquer que descodifica esta mensagem da seguinte maneira: “é a narração de algo que nunca existiu, é mentira, uma historieta como outra qualquer”!

É o que acontece quando se lê a linguagem simbólica de Jesus a caminhar sobre as águas, a linguagem dos sinais e das curas de Jesus nos evangelhos, as bodas de Caná, o encontro com a samaritana, as narrações pascais…

No Antigo Testamento as coisas costumam ser mais “serenas”, mas mesmo assim há sempre quem torça o nariz quando lemos por exemplo a linguagem simbólica dos israelitas a atravessarem o Mar Vermelho na fuga do Egipto…

Ainda há pouco tempo me aconteceu, por exemplo, a orientar um retiro com jovens, haver catequistas que ficaram um pouco perturbados porque eu estava a falar dos relatos das Origens do livro do Génesis como “Mitos Criacionais”. Ia lendo a linguagem simbólica da Criação como iniciativa gratuita de Deus, expressão da Sua Bondade, casa do Ser Humano criado à Sua imagem e semelhança, um lado (homem) e outro lado (mulher), criado complementaridade para a comunhão, criado construtor de si próprio e sonhado para a plenitude de si que é a comunhão com a vida de Deus… e a pergunta que surgiu foi se eu estava ali a dizer que “nós vimos dos macacos”!

Deixa-me cá escrever isto em negrito, só para chamar a atenção!
Dizer que uma narração é simbólica ou usa a linguagem do mito, não significa dizer que o que se diz seja mentira ou nunca tenha existido. Significa que existe sempre! E significa que existe sempre, em cada um!

Os Mitos Criacionais das origens evidentemente não narram “como” as coisas aconteceram no início da evolução, mas sim a maneira como Deus está hoje mesmo, aqui e agora, a criar, a gerar-nos no Seu Amor, a ser fonte de Vida que se faz construção, comunhão, emergência… Os Mitos não são invenções do que nunca existiu, mas uma maneira de narrar o que existe sempre e em cada um! É hoje que o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, a arbitrariedade que gera o egoísmo, está a ser colhido e comido! É hoje que este egoísmo gera o desentendimento e a acusação entre aqueles que nasceram para viver em comunhão! É hoje que este desentendimento e acusação geram filhos fratricidas… Liga a televisão e verás que tudo isto continua a acontecer… até Caim continua a matar Abel, todos os dias, milhares de vezes… a Torre de Babel continua a ser edificada ainda, a construção do desentendimento… [se quiseres ler mais, clica aqui]

É claro que o Mar Vermelho não se abriu em duas paredes de água para deixar passar os escravos que fugiam do jugo do Egipto. O mar simboliza na bíblia o domínio do mal, do contrário a Deus e ao bem do Ser Humano. Dizer que o mar se abriu não é contar uma mentira, mas anunciar algo que é verdadeiro sempre e para cada um: Deus está connosco comprometido com a nossa libertação, toma partido por nós para nos livrar das nossas escravidões, rasga dentro e diante de nós o mar dos nossos medos, males e servidões, para nos fazer passar e nos prometer uma Vida Feliz e duradoura. [se quiseres ler mais, clica
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Ou o caminhar de Jesus sobre as águas… Os evangelhos estão cheios de catequeses ricas de símbolos e experiência de Fé Pascal. Anunciam permanentemente Jesus Re-Suscitado e o poder do Seu Espírito a actuar. Pegando em experiências históricas de Jesus, muitas delas simbolizaram-nas à luz do acontecimento da morte-ressurreição, e tornaram-nas catequeses.

Anunciá-lo a caminhar sobre as águas é chamar-lhe Vitorioso sobre o mistério do mal e da iniquidade que o matou, Vencedor sobre a injustiça. E, Re-Suscitado sobre tudo isso, é aquele que se dirige permanentemente para nós e nos convida a tornarmo-nos capazes da mesma vitória, com ele! Quando o medo é forte e nos começamos a afundar, como Pedro, é também quem estende a mão e segura…

Compreender que o caminhar sobre as águas é um símbolo bíblico não significa dizer que isso é uma mentira ou algo que nunca aconteceu, mas é o anúncio de uma Verdade muito bonita de Jesus que acontece sempre. [se quiseres ler mais, clica
aqui]

Num tempo e cultura em que se pensava que as doenças eram causadas por espíritos malignos ou eram castigo divino por causa dos pecados das pessoas, numa espiritualidade em que o pecado não era visto simplesmente como uma transgressão, mas como uma “doença” interior, as tantas narrações de curas físicas e exorcismos nos evangelhos ganham o seu verdadeiro significado: Jesus liberta-nos do senhorio do mal dentro de nós, cura-nos do pecado que nos habita, faz-nos passar para o Reino de um Deus que actua como Abba-Papá e nos quer sãos, de pé, sem os medos nem os grilhões dos escravos.
[se quiseres ler mais, clica aqui]

E, mais uma vez, isto não significa dizer que os evangelistas estão a mentir quando nos falam de curas físicas e reanimação de mortos… Estão é a anunciar a Presença e o Poder de Jesus Re-Suscitado que faz isto sempre e em cada um! Não é mais “aquele” leproso, ou “aquele” cego, ou “aquele” paralítico… a linguagem simbólica torna-se como que uma roupa que se te apresenta para que tu próprio a vistas!

A linguagem simbólica não é a maneira bonita de dizer uma mentira ou narrar algo que nunca existiu… É, isso sim, a linguagem mais perfeita para dizer as Verdades mais profundas, que escapam à simples narração de factos, e para proclamar o que existe sempre e no mais íntimo de cada um!

Gostava muito de propor-te agora um exercício… Lembra-te aí de uma narração dos evangelhos que conheças… Ou, então, pode ser uma das que usei antes, se te der mais jeito… E confirma isto que disse. Vê como podes significar as coisas dentro de ti… compreender que
está em causa algo que é Verdadeiro… é Permanente… é Teu

Até já…




SHALOM

Padre Rui Santiago
Re-contar parábolas III - A Oportunidade do Reino de Deus

2010-05-11

[ Download Re-contar parábolas III - A Oportunidade do Reino de Deus ]
A Espiritualidade do cristão e a Espiritualidade do catequista

2010-04-10

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